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Melhor Amiga Procura-se

Melhor Amiga Procura-se

O custo das decisões

Tanto tempo para tomar uma decisão e depois quando finalmente tomamos uma, arrependemo-nos de não ter tomado mais cedo. Acho que este tipo de “arrependimento” é normal, mas não o deviríamos ter, pois para tomar uma decisão, seja ela qual for, precisamos de fazer um caminho.

Muitas vezes depois a decisão estar tomada, esquecemo-nos muito rapidamente desse caminho, das batalhas que travamos (internas e não só), para chegarmos onde chegamos… Mas esse sentimento surge, pois como demoramos um pouco a tomar a decisão, a vida continuou e é como se a nossa decisão cai-se no vazio e ficamos a martirizar-nos por termos demorado tanto tempo….

Todas as decisões deviam ser ponderadas, bem pensadas e tomadas com consciência e depois disso, não podemos/devemos arrepender-nos, pois as decisões tomadas em “cima do joelho” podem correr mal e essas sim gerar muito arrependimento, mas por outro lado as decisões tomadas de impulso, podem mostrar o que realmente querermos...

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Camas de hotéis, que nojo!!!!

Recentemente tive uma pequena discussão, com um colega meu, ou melhor uma troca de ideias, onde ele dizia que lhe metia imenso “nojo” as camas das casas de férias, mas que as camas de hotéis não. Ele defende a ideia dele, pelo facto de mudarem os lençóis mias relutantemente nos hoteis e de supostamente fazerem uma limpeza mais profunda aos quartos, após cada saída.

Tentei lhe explicar que de acordo com o meu ponto de vista, tanto nas casas como nos hotéis, é preciso ter sorte com os responsáveis pelo empreendimento e com os responsáveis pela limpeza. Também lhe disse que era exactamente a mesma coisa, pois nos hotéis após cada estadia, também não vão trocar o colchão e as almofadas, apenas trocam lençóis e fronhas das almofadas e que normalmente nos hotéis até tem mais rotatividade de pessoas diferentes..

Embora eu perceba um pouco o que ele quer dizer, acho que temos que desvalorizar, porque se não, nunca íamos por exemplo a um café e sentávamos no lugar de outra pessoas, não íamos a um restaurante e comíamos num prato onde outras pessoas já comeram, etc. Sei também que há muita gente a pensar assim, mas não pode ser...

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Dás-me um abraço?!

Algo de errado se passa na minha vida…. Eu adoro abraços, mas tirando à minha filha e ao meu marido, é raro abraçar alguém, até digo mais, não me lembro a última vez que abracei a minha mãe, tirando ser por brincadeira. Embora me lembre perfeitamente de quando era pequena a abraçar muitas vezes.

Desta onda de abraços também tenho na minha memória de quando era mais nova, de andar sempre abraçada às minhas amigas, mas agora no presente, as coisas já não são bem assim… Não consigo perceber o "porquê" dos adultos terem tanta dificuldade de se abraçar uns aos outros, ou mesmo terem tanta dificuldade em mostrar um simples gesto de carinho no momento de tristeza ou felicidade e até acho que essa dificuldade se agrava mais nos homens (calma que não são todos iguais), e tomo como o exemplo os homens que tenho à minha volta, como o meu pai, o meu avô, etc.

Tenho vindo a reparar que a "malta" da televisão se abraça muitos nos filmes/séries/telenovelas e até já comentei isso com o meu marido e ao que ele me diz que isso é coisas da televisão, que na vida real as pessoas não andam por aí a distribuir abraços uns aos outros. Talvez ele tenha razão ou talvez eu me ande a dar com as pessoas erradas, não sei....

Existe uma “figura” da minha juventude que recordo quando penso em abraçados, que era um rapaz que andava pela cidade a distribuir flores em troca de abraços e lembro-me que quase nunca ele era bem sucedido na sua missão. Talvez seja um espelho da sociedade actual, ou talvez as pessoas gostem de dar abraços, mas tenham vergonha, quero acreditar que sim….

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