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Melhor Amiga Procura-se

Melhor Amiga Procura-se

Vamos Conhecer-Nos Melhor? - Desafio

Recebi um convite do Olavo Rodrigues para um desafio, a quem quero agradecer o convite. Foi com o todo o gosto que venho responder a estas quinze perguntas e "mostrar" um bocadinho mais de mim .

 

1 - Nome do meio?

Silva.

 2 - Cor favorita?

Não tenho.

3 - Primeiro melhor amigo?

Engraçada esta pergunta, tendo em conta o nome do meu blog . Uma amiga de infância.

 4 - Gatos ou cães?

Cães, desde que perdi um gatinho que gostava muito, que não consegui ter mais gatos…..

 5 - Momento mais divertido do Secundário?

Não consigo eleger o mais divertido, mas os mais divertidos foram os tempos passados no café perto da escola.

 6 - Bebida favorita?

Coca-cola.

 7 - Perfume favorito?

Tenho mesmo muitos, mas de inverno posso eleger o da DKNY o "Be Delicious".

8 - Pedido do Starbucks?

É raro lá ir e quando vou, nunca peço o mesmo.

 9 - Livro favorito?

 Tenho tantos… Não consigo escolher.

 10 - "Youtubers" favoritos?

Sigo alguns e podia indicar vários, mas portugueses destaco a "Joana Moreira”, pois foge um bocado ao que estou a habituada a “ver”.

11 - Filme favorito?

Não tenho um, mas destaco dois filmes que me marcaram, "A Vida é Bela" e "Amigos Improváveis".

 12 - Como descrever o meu estilo de roupa?

Simples.

 13 - Memória favorita de infância?

Tenho muitas mas à uma que me marca e não sei bem porquê, é as idas à praia, onde comia muitas pastilhas “gorila”.

 14 - Apple ou Samsung?

Apple.

 15 - Série favorita?

"Prison Break” e pelo que li vai voltar em Abril .

Só a mim#4

Já tinha ouvido falar de sonambulismo, mas nunca tinha presenciado nenhum episódio desses, até ir para a universidade. No meu segundo ano fui viver para uma casa com uma colega de curso e uma outra rapariga que não conhecíamos até então.

Ela nunca nos disse nada sobre isso, até que um dia, estava eu no quarto da minha colega (pois usávamos o quarto dela como sala), mais um rapaz que também era do nosso curso a fazer um trabalho, ao que começamos a ouvir barulhos, tipo de alguém a respirar muito intensamente (tipo o som do Darth Vader).

Eu fiquei cheia de medo e eles também… O que seria aquilo, estaríamos a ser assaltos?! Lá a minha colega se encheu de coragem e abrimos, ou melhor, ela abriu a porta do quarto… E o que foi que ela viu?! Nada mais nada menos, que a nossa outra colega de casa a fazer “xixi” no corredor…. Fechou a porta a correr e ficamos ali os três um pouco constrangidos.

Ela nunca falou connosco sobre isso, mesmo depois de este e de outros episódios, embora nós soubéssemos que ela sabia, que nos sabíamos. Nós também poderíamos ter ido falar com ela, mas tivemos medo de a estar a tocar num ponto sensível.

so a mim.jpg

 

Alegria no trabalho

Sou uma pessoa que guardo muitas imagens na minha memória, tipo fotografias e quando penso em alegria no trabalho lembro-me sempre de duas pessoas.

Uma é um colega meu de trabalho, que independentemente de o trabalho estar a correr bem ou mal, ele mantem o bom humor e passa o dia a assobiar. Outra é um rapaz que conheci na República Domínica, que estava responsável por tratar do lixo do empreendimento, onde ele trabalhava todos os dias e todos os dias ele fazia o mesmo, mas embora o trabalho dele fosse sempre a mesma coisa e a vida dele fosse só trabalhar, ele todos os dias aparecia com um sorriso gigante e via-o sempre a dançar e cantar as muiscas que ouvia  repetidamente todos os dias.

Eu agarro nestas duas pessoas quando o dia me está a correr mal, pois não é por eu fazer uma cara triste ou por não fazer um sorriso, que o dia me vai começar a correr melhor, pelo contrário, eu recebo aquilo que dou, se der uma cara feia, recebo uma cara feia… Acho que em tudo na vida devemos ter este pensamento… Temos que acreditar que as coisas boas atraem coisas boas e não pensar negativamente. Sim eu sei que falar é fácil e nem eu consigo isto a todos os dias e muito menos no trabalho...

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Como se apoia uma pessoa doente?!

Sou uma pessoa relativamente nova (30 anos), onde para mim certas doenças só “atacam” pessoas mais velhas, mas a vida tem-me ensinado da pior maneira que não é verdade… Mas uma coisa é quando são pessoas que não temos qualquer ligação e outra é quando são familiares ou amigos .

Ontem recebi recebi mais uma notícia dessas. Quarta-feira uma amiga (da minha idade) convidou-me para jantar na sexta ou no sábado e eu não podia porque tenho duas festas de anos e ficou assim a conversa, ao que ontem me manda uma mensagem a dizer que queria ter falado comigo pessoalmente mas como não dá, tinha uma coisa para me contar e quando ela me conta que está com cancro e é maligno, "caiu-me tudo"...

Continuo a falar com ela, meia desnorteada, a querer saber como ela está, a querer saber de tudo e a tentar passar-lhe ao máximo calma, força, confiança, esperança, etc. Eu digo-lhe que ela é forte, digo-lhe que a medicina evoluiu muito, mostro-lhe casos de sucesso, digo-lhe que eu estou a aqui para tudo, nem que seja para ir com ela ao médico ou apenas lhe dar o meu ombro para ela chorar, etc.

A conversa acaba porque ela vai para o hospital e sinto que só lhe disse frases feitas, sinto que não tive as palavras certas, sinto que precisava de lhe dizer mais… Sei que “o mais” vem com o apoio que ela vai precisar nos próximos tempos e que eu lhe vou dar….. Mas sei lá… Sinto que fiz pouco...

Depois de a conversa ter terminado ponho-me no lugar dela e ainda a semana antes estava tudo bem e agora é como se entrasse num pesadelo, eu estaria assustada, eu estaria com medo, pois embora existam casos de sucesso, existem também casos de insucesso…

Ela foi fazer uns exames, mas não deu muita importância, pois sempre acreditou que tivesse nada, dai nunca ter comentado e agora até a possibilidade de ser mãe pode estar comprometida (acredito com todas as minhas forças que não), ao que ela antes de começar com a quimioterapia, vai fazer um tratamento para preservar os óvulos.

Ela é uma pessoa cheia de força de vontade e que nunca perde o sorriso perante as adversidades da vida, um exemplo disso foi que ela me disse que no hospital lhe disseram que ela “reagiu” bem, dentro do possível… Mas uma coisa é o que ela mostra, outra é o que ela sofre quando está sozinha….

Estou triste, estou com medo por ela, mas não lhe vou passar uma ponta disso a ela, vou-me esforçar ao máximo por a apoiar, até porque “enquanto há vida há esperança”...

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