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Melhor Amiga Procura-se

Melhor Amiga Procura-se

Trabalho, trabalho e mais trabalho....

É só a mim que me nasce trabalho, como se fossem cogumelos?!  Eu juro que não sei o que se passa, mas o meu trabalho cresce a olhos vistos e por muito que eu trabalhe não o consigo vencer… Das duas uma, ou preciso de uma pequena grande ajuda ou sou eu que sou incompetente….

Tendo por base que sou a eficiência em pessoa, é mesmo caso para se dizer que o trabalho é que é muito…. E com isto apercebi-me que não sou a única nesta situação e que muitas pessoas têm vergonha de dizer aos chefes que não conseguem dar vazão ao volume de trabalho que têm, com medo das consequências. O que a meu ver é lamentável, pois nós não somos nenhumas máquinas e para além disso todos temos uma vida para além do trabalho e essa não deve ser prejudicada (ou pelo menos muito prejudicada em detrimento do trabalho).

Acredito que muita gente precise do posto de trabalho, mas trabalhar com um volume de trabalho gigantesco e não ter tempo nem para respirar, mata-nos aos poucos….

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Espero demasiado das pessoas...

Eu tenho um péssimo defeito… Espero demasiado das pessoas….

Supostamente, quando queremos receber também devemos dar, não podemos simplesmente estar à espera que o universo conspire sempre em nosso favor…. Mas atenção que não estou a falar de bens materiais, mas sim de algo que para mim é mais importante, estou a falar de acções, sentimentos, afectos, etc.

Acho que um dos grandes problemas da sociedade hoje em dia, ou que sabe das pessoas que me rodeiam é que esperam demasiado, mas dão pouco, muito pouco…. Talvez as pessoas andem pobres de afectos, sentimentos, não sei…

Mas o problema disto tudo deve ser mesmo meu, pois eu acabo sempre por me desiludir, pois embora diga que não, acabo sempre por esperar mais das pessoas, mas se for bem a ver nem espero assim tanto, espero apenas que retribuam na mesma moeda, daquilo que eu dou… Já falei nisso em outros post’s, como um simples bom dia, um simples está tudo bem, etc.

Não sei, mas começo a achar que o problema é mesmo meu…

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Só a mim#6

 A minha mãe e a minha tia viram óvnis….. Sabem aquelas situações super engraçadas que contando nem acredita, aconteceu aquelas duas….

Um dia vinham elas para casa, já era de noite e não havia luz, ao que começam a ver umas coisas ao longe brancas, grandes com um formato meio arredondado, com uma luz no topo. O quê que elas pensaram?! Que eram óvnis….

Foram para casa o mais depressa que conseguiriam, mas nessa noite não dormiram nada com medo, ainda mais porque nem o meu pai nem o tio acreditaram nelas. Com o dia seguinte veio também a luz do dia e com isso, descobriam que os óvnis eram nada mais nada menos que os depósitos de água, que têm tipo uma luz de presença no topo, para os sinalizar…

Ainda não foi desta que os extraterrestres nos vieram buscar .

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O marido é que sabe#7 - Casamentos

(Este post é da inteira responsabilidade do meu marido)

Sempre gostei muito de ir a casamentos, mas aos dos amigos, todos os outros para mim sempre foi um frete, uma grande seca, já para não falar do dinheiro que se gasta (visita, roupa e afins, deslocação, para o caso de ser longe, etc.)…

Os casamentos dos amigos já é outra história, temos sempre boa companhia, é uma festa e de facto sinto que estou a participar em algo muito feliz para esse amigo (e nós queremos que os nossos amigos sejam felizes).

Durante este mês tive 3 casamentos, 2 deles foram de amigos. Mas, o último foi TOP!!! Talvez tenha sido o melhor casamento que alguma vez tive (não posso comparar com o meu, visto no meu era o noivo, não consigo comparar! No entanto, acredito que nem o meu superou este…), foi tudo pensado ao pormenor, tinha coisas que nunca antes tinha tido/visto em casamentos. Este casamento foi de um grande amigo meu e para ir ao casamento fizemos cerca de 600 km e mesmo assim, com o dinheiro da deslocação, hotel (sim porque o casamento foram 2 dias), ainda dei mais dinheiro na “visita” que o habitual porque achei que os noivos o mereciam.

Foi um fim-de-semana em grande, em grande companhia, em grande festa, em grande animação e diversão!!!

Tenho amigos que dizem que não se querem casar e eu costumo responder o seguinte: “Podes não te casar, mas tens que fazer festa, porque o que nós queremos é festa!!!”

O nosso casamento é o nosso casamento, mas nós só verdadeiramente aproveitamos um casamento quando é de um dos nossos grandes amigos…

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E a Irmã Disse#6 - Ralhar ou não ralhar aos sobrinhos/afilhados ou até crianças mais próximas de nós

(Este post é da inteira responsabilidade da minha irmã)

Quando temos uma criança ao pé de nós e faz uma asneira repreendemos ou não?

Explicamos o que fez de errado ou não?

Ou fingimos que o que fez é normal e seguimos em frente?

À uns tempos um amigo contou-me que tem um sobrinho que se estava a portar-se mal e lhe ralhou e então a irmã veio mais tarde tirar satisfações com ele e disse que os tios e padrinhos eram apenas para brincar e mimar, para dar educação eram os pais.

Eu não concordo, se temos confiança com a criança temos pelo menos de repreende-la quando faz alguma asneira, porque se não ela pode pensar que ao pé de nós pode fazer tudo que não vai haver problema. Estabelecer alguns limites.

Por exemplo a minha sobrinha passa muito tempo aqui em casa e por isso apanhamos muitas das birras dela, os gritos, as asneiras e eu ralho-lhe logo, ou falo com ela com calma e quando ela faz coisas mesmo más ou parvas, coisas que aprende na escola, ou que se lembra na altura, dou-lhe uma palmada no rabo ao de leve, mas já dá para passar a mensagem que ela vai logo queixar-se à pessoa mais próxima. Muitas das vezes é a frente dos pais e eles nunca reclamaram comigo, porque concordam comigo.

À algum tempo aconteceu-me uma situação que não me senti muito confortável, mas tinha de o fazer.Tenho uma amiga que tem um filho da idade da minha sobrinha e um dia estava ele e outro menino aos empurrões, chega lá a minha sobrinha e do nada ele dá-lhe um grande estalo. Como tinha confiança com ele fui lá ralhar-lhe e dei-lhe uma palmada na mão, ele claro foi a correr ter com a mãe a contar-lhe e eu fui também atrás justificar-me. Ela não ficou chateada e disse que fiz bem. E ele já tinha o hábito de bater as pessoas sem qualquer motivo e a mãe sempre disse para eu lhe bater se ele me fizesse isso.

Quando me chateio mais com a minha sobrinha e lhe dou uma palmada fico sempre a pensar e fiz bem se não, se a minha irmã ou o meu cunhado vão ficar chateados, se a menina vai ficar sentida comigo. Não é fácil saber o que fazer nestas situações.

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