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Melhor Amiga Procura-se

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E a Irmã Disse#5 - E vocês o que salvariam?!

(Este post é da inteira responsabilidade da minha irmã)

A minha irmã já aqui falou sobre o incêndio de Pedrogão Grande e por isso não me vou alongar muito.

Sempre que vejo uma notícia sobre esse assunto é um aperto no coração. Tanta gente que perdeu a casa, e as pessoas que morreram queimadas, o horror quer deve ter sido, nem dá para imaginar...

Quando acontece algo do género e há casas que são destruídas ou evacuadas não deixo de pensar e se fosse eu que tivesse de sair de casa a correr o que levava?!

Se tivesse algum tempo seria alguma roupa (o que estivesse mais à mão e mais básico), os meus cães (claro) e as fotografias.

Para mim as fotografias são muito importantes, ajudam a prolongar as memórias. E para mim perder as fotos de quando era em bebé, as fotos das pessoas que já partiram (e que as vezes parece que já não nos lembramos bem da cara) ia ser muito difícil.

Atenção não ia conseguir salvar todas, até porque a maioria está no sótão, mas no meu quarto tenho um álbum com fotos minhas desde bebé, pelo menos essas ia conseguir salvar.

Não sei se acham fútil se não, mas é algo que é importante para mim.

 E vocês o que salvariam?!

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Portugal de coração apertado…

Desde sábado que uma terra que era para muitos era desconhecida, passou a andar literalmente nas bocas do mundo e pelos piores motivos, um incêndio que tomou dimensões gigantescas e trouxe consequências devastadoras. Nunca se tinha visto nenhum incêndio do género em Portugal (felizmente), nunca se tinha assistido a tantas pessoas desalojadas e a principalmente tantos mortos e feridos.

Não me quero alongar, pois muito tem sido dito sobre o incêndio e toda a sua envolvente e nada do que eu disser vai mudar o que aconteceu… Mas posso dizer que assisti pela primeira vez, a um grande união e solidariedade do povo português, algo como se nunca tinha visto… Soubemos mostrar que não somos unidos só no futebol.

Embora tenha existido um certo exagero na cobertura dos acontecimentos por parte de alguns canais de televisão, acho muito importante o trabalho dos jornalistas, pois são eles que trazem notícias hora a hora e acredito que para eles não esteja a ser nada fácil.

Eu nem tenho palavras para agradecer o trabalho dos bombeiros, da protecção civil, dos militares, da cruz vermelha, das populações em volta, de quem se deslocou para ir levar mantimentos, roupa e até ração para os animais, etc. Mas destes todos tenho que destacar o fantástico trabalho dos bombeiros, que são incensáveis, trabalham em condições desumanas e que nunca abandonaram o barco e muitos deles são voluntários, a receberem um valor a meu ver ridículo …

Acho que deste horror que o país viveu e ainda esta a viver, devemos tirar algumas ilações e não deixar que cair no esquecimento esta desgraça. Devimos ver o plano de prevenção contra os incêndios, rever os valor pagos aos bombeiros, devíamos ensinar as pessoas o que fazer em situações como estas, etc., etc.

Espero que este cenário de horror termine em breve…. Mas para aquela população e para quem perdeu os seus, não vai terminar………………………..

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Problemas, todos nós os temos....

Muitas vezes temos um problema e achamos que é o fim do mundo, mas depois olhamos para o lado e vemos que o nosso problema é um pequeno contratempo da vida, mas embora o achemos um contratempo, quando estamos sozinhos, ele não nos deixa em paz e massacra-nos, até mais não…

Talvez não seja toda gente assim, mas eu sou… E embora muitos dos meus problemas neste momento tenham uma resolução “fácil” e comparativamente com outras pessoas sejam problemas simples, tiram-me o sono, porque são os meus…

A importância que cada um dás aos seus problemas é muito relativa, pois esta varia de pessoa para pessoa, de acordo com o contexto onde cada um está inserido e de acordo com as suas vivências e embora as pessoas possam conhecer o contexto das outras pessoas, uma coisa é conhecer, outra é vive-los e como só se vive uma vida, nunca podemos saber o que os outros estão a viver. É caso para dizer que “só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro”.

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Ter ou não ter um segundo filho?

Para quem não sabe, já tenho uma filha, uma linda princesa que faz este ano 3 aninhos, mas o meu “sonho” desde de criança era ter dois filhos e não apenas um. Nesse meu “sonho”, eu gostava que eles ficassem com a diferença de 2/3 anos, no máximo.

Sempre quis essa diferença de idades, uma vez que eu tenho 5 anos da minha irmã sempre achei de mais, pois as brincadeiras eram muito diferentes, eu que sou a mais velha não tinha paciência para as coisas delas, gostávamos de programas diferentes de televisão, etc. Além disto tive também outro problematizo, que como sempre fui eu sozinha, quando ela nasceu senti ciúmes da atenção que lhe era dada.

Pensava nisto até a minha minha filha nascer, depois mudei um pouco de ideias... Os primeiros tempos após ela nascer foram horríveis, ela no máximo dormia meia hora seguida e não fazia mais nada que era chorar de dia e de noite. Pensei que fosse dar em maluca por falta de descanso, pois assim que ela adormecia eu não tinha tempo de adormecer e ela já estava de novo acordada e a chorar. Lembro-me perfeitamente das pessoas me irem visitar e só dizerem que realmente as coisas não eram fáceis e de ir a vários pediatras e todos dizerem para ter calma que um dia passava… Nunca me deu para chorar, mas muitas vezes ela me levou à exaustão.

Depois desta fase passar, ela nunca se tornou numa menina calma, aliás ainda não o é, hoje em dia, pois quer tudo e não quer nada, nada a entretém, etc. Quando ela entrou para a escola, a educadora comentou que realmente tinhamos razão, ela não é uma menina fácil…

Tendo por base esta experiência, como eu posso pensar em ir ao segundo filho? Se sai pior, como eu faço? Depois são dois, como vou conseguir dar atenção aos dois, sendo a minha filha difícil? Etc.

Estes eram as minhas questões, às minhas juntavam-se as do meu marido, que tinha medo de não dar a devida atenção a nossa filha, quando o segundo nasce-se, mas chegou a uma altura que eu senti que era “agora ou nunca”, falei com o meu marido e atiramos-nos de cabeça, pois se pensa-se muito, nunca mais tinha filhos e é por isso eu devo de estar louca, mas ao menos sou uma louca, grávida e feliz .

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O álcool, o excesso de velocidade e a condução

Portugal é um país com elevados índices de sinistralidade rodoviária, sendo que duas das principais causas desses índices são o álcool e o excesso de velocidade. Eu pergunto-me como é que é possível que à data de hoje as pessoas ainda não tenham tomado consciência da gravidade disso....

Podia vir aqui fazer uma enorme lista das consequências desse género de atitudes, mas acho que melhor que isso é as constantes notícias sobre acidentes rodoviários tendo por base uma ou as duas causas em conunto e os constantes apelos das autoridades para uma condução segura.

Eu acho que o problema é que a nossa sociedade ainda vê a condução sob o efeito do álcool como algo “normal” e que só há problema se a polícia mandar parar, esquecendo-se que a condução sob o efeito do álcool diminui em muitos as capacidades de condução, que além da nossa vida ponhomos em risco a vida de terceiros, etc.

No outro dia houve um acidente, num local onde passo todos os dias mais ou menos aquela hora e algumas vezes com a minha filha, onde um senhor foi embater no veículo que seguia na faixa contrária, derivado ao excesso de álcool e velocidade, desse acidente resultaram dois feridos graves. Quando soube do acidente arrepiei-me toda, pois podia ter sido a passar por lá na naquela hora e podia ter a minha filha comigo….

Infelizmente situações como esta passam-se diariamente e as pessoas pelos vistos não apreendem com os erros dos outros....

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